Na distância entre-eixos, a 612 mede 2,95 metros,
ou seja, é 35 centímetros maior que sua antecessora, a 456 GT, esta sim
um 2+2. O espaço interno traseiro não se compara ao de um sedã, longe
disso. Mas as pessoas conseguem se acomodar sem dificuldade. Os bancos
apóiam bem o corpo e não falta espaço para a cabeça e os pés de uma
pessoa com 1,71 metro de altura, como eu. O acesso é facilitado pelo
sistema Easy-entry, que movimenta o banco dianteiro para a frente. A
única coisa que poderia ser melhorada para quem viaja atrás é a altura
do assento. Ele fica em um nível muito abaixo das vigias traseiras, o
que dificulta a visão externa e faz com que os joelhos fiquem em posição
mais alta que o quadril.
Ar-condicionado com ajuste independente
esquerda/direita, airbags de duplo estágio, computador de bordo,
trio-elétrico, sistema de som Bose com rádio, CD player e sistema de
navegação por satélite, sensor de chuva, sensor de pressão dos pneus,
Isofix, sistema Easy-entry e faróis de xenônio
O motor é o mesmo da Ferrari 575 Maranello, com algumas modificações. De
acordo com o engenheiro Dario Sacco, responsável pelo desenvolvimento
do V12, houve mudanças no gerenciamento eletrônico, ligeiro aumento da
taxa de compressão (de 11:1 para 11,2:1) e troca dos coletores de
admissão e escape. Essas partes foram redesenhadas para facilitar o
fluxo de gases.



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