Não há muitas dúvidas de que o Veloster terá um efeito magnético nas ruas, conquistando a admiração de uns e causando repulsa em outros. Esse é só um sinal da sua forte personalidade, ainda que se notem influências de outros modelos em quase todos os ângulos deste pequeno cupê: há genes de Citroën DS3 na dianteira, salpicos de Nissan Juke no perfil e influências do Renault Mégane Coupé europeu na traseira. Mas essa mistura de traços estilísticos produz um belo efeito estético.
Seu compromisso entre imagem e preço ganha consistência quando acessamos o interior, onde o painel totalmente composto por materiais de toque duro (que produz um interessante efeito escamado na parte superior) revela que este é um carro pensado para motoristas com espírito esportivo, mas com orçamentos limitados. Dentro dessa simplicidade, não há como deixar de elogiar seu design jovial, beneficiado pelos apliques de efeito metalizado, pelos instrumentos analógicos de fundo preto com dígitos brancos, pelos pedais esportivos perfurados, pela concentração de comandos e da tela de navegação (sensível ao toque, de 7 polegadas) em sua proeminente parte central.Um toque no botão de ignição, logo abaixo do centro do painel, e damos vida ao avançado motor 1.6 de injeção direta de 140 cv, que a Hyundai já usa no SUV ix35 na Europa e é equipado com o recurso start-stop. Ouve-se bem, já que o ronco que sai do escapamento central é afinado para um tom rouco, o que agradará ao público desse cupê com toques de esportivo.



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